Foto divulgação
Escolhido para liderar a bancada oposicionista da Alepe, o deputado Antônio Moraes (PSDB) informou, na tarde de ontem, que fará uma “oposição forte e sistemática, porém responsável”. Na ocasião, também anunciou que a bancada oposicionista é composta por cinco partidos (PSDB, PMN, PV, DEM E PMDB), totalizando dez parlamentares.
“Por meio de um acordo entre cavalheiros, cheguei à honrosa posição de líder da Oposição nesta Casa. Ressalto o gesto do jovem deputado Daniel Coelho (PV), que, mesmo visando à afirmação política de independência e responsabilidade, abdicou da postulação ao cargo para não retardar o andamento dos trabalhos na Alepe”, elogiou Moraes.
Antônio Moraes aproveitou para fazer algumas críticas ao atual Governo, a exemplo das “dificuldades” dos segurados do Sassepe para obter uma consulta médica e a “falta de médicos” nos hospitais públicos de Caruaru. Ele também citou a morte da bebê que esperou dez horas por uma ambulância, no município de Vitória de Santo Antão.
Outro problema abordado foi “a escassez de mão de obra qualificada”. “ Só na construção da Refinaria Abreu e Lima, do Pólo Petroquímico e do Estaleiro Naval, 50% dos operários foram trazidos de outros locais, o que corresponde a mais de 3.500 empregos”.
Escolhido para liderar a bancada oposicionista da Alepe, o deputado Antônio Moraes (PSDB) informou, na tarde de ontem, que fará uma “oposição forte e sistemática, porém responsável”. Na ocasião, também anunciou que a bancada oposicionista é composta por cinco partidos (PSDB, PMN, PV, DEM E PMDB), totalizando dez parlamentares.
“Por meio de um acordo entre cavalheiros, cheguei à honrosa posição de líder da Oposição nesta Casa. Ressalto o gesto do jovem deputado Daniel Coelho (PV), que, mesmo visando à afirmação política de independência e responsabilidade, abdicou da postulação ao cargo para não retardar o andamento dos trabalhos na Alepe”, elogiou Moraes.
Antônio Moraes aproveitou para fazer algumas críticas ao atual Governo, a exemplo das “dificuldades” dos segurados do Sassepe para obter uma consulta médica e a “falta de médicos” nos hospitais públicos de Caruaru. Ele também citou a morte da bebê que esperou dez horas por uma ambulância, no município de Vitória de Santo Antão.
Outro problema abordado foi “a escassez de mão de obra qualificada”. “ Só na construção da Refinaria Abreu e Lima, do Pólo Petroquímico e do Estaleiro Naval, 50% dos operários foram trazidos de outros locais, o que corresponde a mais de 3.500 empregos”.
Fonte: D.O.E