A segunda edição da Marcha contra a Corrupção, que mobilizou milhares de manifestantes, em todo o País, durante o feriado de Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro), repercutiu, ontem, no Parlamento Pernambucano.
“Parabenizo a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e as lideranças que organizaram a manifestação. Atualmente, o Brasil é considerado um dos países mais violentos do mundo e que mais desvia recursos públicos. Sociedade e entidades devem protestar contra as irregularidades”, apoiou o deputado Maviael Cavalcanti (DEM), durante a reunião plenária de ontem.
O integrante do Democratas focou o ato no Recife, onde cerca de 500 pessoas ocuparam a Avenida Boa Viagem. Além de cobrar a validação da Lei da Ficha Limpa para as eleições de 2012 e o fim do voto secreto, no Congresso, os manifestantes questionaram a possível limitação dos poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), criado para fiscalizar os magistrados.
A primeira edição ocorreu em 7 de setembro, data em que se comemora a Independência do Brasil. A segunda, no último dia 12. O próximo evento será em 15 de novembro, quando se celebra a Proclamação da República.
“Parabenizo a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e as lideranças que organizaram a manifestação. Atualmente, o Brasil é considerado um dos países mais violentos do mundo e que mais desvia recursos públicos. Sociedade e entidades devem protestar contra as irregularidades”, apoiou o deputado Maviael Cavalcanti (DEM), durante a reunião plenária de ontem.
O integrante do Democratas focou o ato no Recife, onde cerca de 500 pessoas ocuparam a Avenida Boa Viagem. Além de cobrar a validação da Lei da Ficha Limpa para as eleições de 2012 e o fim do voto secreto, no Congresso, os manifestantes questionaram a possível limitação dos poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), criado para fiscalizar os magistrados.
A primeira edição ocorreu em 7 de setembro, data em que se comemora a Independência do Brasil. A segunda, no último dia 12. O próximo evento será em 15 de novembro, quando se celebra a Proclamação da República.
D.O.E de 14.10.2011
